19 de maio de 2011

Sugestão de leitura (Segue o coração, não olhes para trás de Lesley Pearse)

A história em si inicia-se em Londres no ano 1842 e acaba em finais de 1900. Retrata a vida de uma mulher, Matilda Jennigs, desde a sua infância até àquela que se mostrou uma morte bastante pacífica. Matilda vivia em Londres, num dos bairros mais pobres e degradantes da cidade. Aquele que parecia ser um dia normal para Matilda, uma árida vendedora de flores, revelou-se o dia que mudaria a sua vida para sempre. Ninguém diria que bastaria uma boa acção para levar Matilda das ruelas lamacentas de Londres rumo às cintilantes luzes da América. Depois de salvar uma criança de um atropelamento, ela recebe a maior das dávidas, a possibilidade de fugir da miséria e construir uma vida nova. Os pais da criança convidam-na para se tornar sua ama, dando-lhe uma oportunidade de sair daquele bairro. Em breve trocará os bairros degradados de Londres pelos recantos misteriosos de Nova Iorque, as planícies do Oeste Selvagem e a febre do ouro em São Francisco. A família muda-se para Nova Iorque, assim como Matilda. Em Nova Iorque existem duas realidades extremas: a realidade de Fifth Avenue, onde a riqueza reina, e a realidade de Five Points, onde o único objectivo é sobreviver, custe o que custar. Munida apenas da sua coragem, beleza e inteligência, a jovem está apostada em ditar o seu destino, nem que para tal tenha de lutar contra tudo e todos. Dotada de uma rebeldia extrema e com instintos de sobrevivência aparentemente infalíveis, acaba por viver uma vida de luta e solidão. Mas um
dia também ela viverá as emoções de um verdadeiro amor. Um amor que terá
de suportar a separação, a guerra e os tormentos do nascimento de uma nova nação. Durante a jornada que é a sua vida, Matilda passa por muitos sítios onde deixará sempre a sua marca. Será no Novo Mundo que Matilda vai aprender o que a sua infância não lhe ensinou: que todos nascem iguais, que a coragem e a generosidade são o que de mais nobre pulsa no coração humano, e que, por mais doloroso que seja, a vida tem de continuar e nunca
se deve olhar para trás...

Daí surge, Segue o Coração, Não olhes para trás…

Nesta extraordinariamente bem construída obra, Lesley Pearse conta-nos uma deliciosa história de entrega, dedicação e de amor inquestionável ao próximo por parte de uma mulher, no mínimo lutadora. Uma mulher que ousou viver uma vida plena, caracterizada pela ajuda e amor ao próximo, marcando positivamente todas as vidas com quem se cruzou e seguindo sempre o seu coração.Impressionantemente pormenorizado, entusiasmante e absolutamente maravilhoso, este livro merece realmente ser lido e é por isso que o recomendo a todos vocês. Trata-se de uma obra encorajadora, afectuosa e envolvente.

Ana Filipa, nº 46, 7ºA



18 de maio de 2011

Acção de Formação para docentes sobre o Acordo Ortográfico

Os docentes do CAIC tiveram hoje uma acção de formação sobre o acordo ortográfico com a Dra. Lola Xavier da Escola Superior de Educação de Coimbra, organizada pela BE CAIC. Apesar de ser uma questão controversa, é necessário começar a perceber as linhas orientadoras deste acordo para que possa ser posto em prática. A sessão revelou-se profícua, tendo o grupo de formandos revelado forte sentido crítico e uma atitude participativa que contribuíu para o enriquecimento de todos.

Assinatura do Acordo RBE


Os estabelecimentos de ensino do concelho de Coimbra integrados no Programa da RBE assinaram hoje o Acordo de Cooperação da Rede de Bibliotecas Escolares, formalizando desta forma a cooperação entre as escolas, a DREC, a RBE e as Autarquias. O evento teve lugar nas instalações da Feira do Livro de Coimbra, este ano realizada no Parque Verde, tendo contado com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, da Sra. Vereadora da Cultura, da Directora Regional da Educação, da Dra. Helena Duque, Coordenadora Interconcelhia, em representação da Dra. Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares e da Dra. Lurdes Branco, Coordenadora do SABE (Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares). Estiveram também na cerimónia os Directores das 19 escolas que assinaram o Acordo e os respectivos Professores Bibliotecários.



Exposição "Um foral de Coimbra para o séc.XXI" (trabalhos do CAIC)

O CAIC colaborou na exposição "Um Foral de Coimbra para o Século XXI" com quatro telas. Os trabalhos foram elaborados por alunos do 8ºano, sob a orientação da professora Sara Pinto. O talento dos nossos alunos contribuiu para o êxito do stand que exibe magníficos trabalhos de pintura, escultura e texto das escolas da Rede de Bibliotecas Escolares de Coimbra.


Visita ao Museu Moinho das Lapas (Comemoração do Dia Internacional dos Museus)

Hoje, dia 18 de Maio, comemora-se o Dia Internacional dos Museus, por isso a Biblioteca Escolar CAIC organizou a visita ao Museu Moinho das Lapas, em Cernache, para a turma do 7ºB. O grupo foi recebido pelo Dr. Marco Cruz, pela estagiária de animação cultural, Diana Carvalho, e pelo Sr. Presidente da freguesia de Cernache, Dr. Vitor Carvalho. Os alunos e educadores do CAIC ouviram com muita atenção as explicações sobre o espólio do museu, que consiste maioritariamente em doações das gentes da terra e ficaram a conhecer melhor as tradições ligadas às lides da agricultura, moagem e confecção do pão. Houve ainda tempo para visitar a exposição de pintura do pintor Mário Silva. Foi um passeio divertido, que contribuiu para o enriquecimento cultural do grupo.


16 de maio de 2011

Inauguração da Feira do Livro de Coimbra (13 de Maio)

A Feira do Livro de Coimbra foi inaugurada no dia 13 de Maio, sexta-feira. Este ano, as Escolas que integram a Rede de Bibliotecas Escolares de Coimbra têm uma participação especial neste evento cultural. Para além de inúmeras actividades de carácter lúdico-didáctico, a RBE conta com um stand onde se apresenta a exposição "Um Foral de Coimbra para o séc.XXI", com trabalhos de várias escolas, incluindo o CAIC. Aqui ficam algumas fotos que não dispensam uma visita à Feira do Livro no Parque Verde.

Projecto BioCAIC

O Grupo BioCAIC encontra-se a desenvover um projecto de divulgação e protecção da flora do CAIC. Neste PowerPoint, este grupo ambientalista fala-nos da hipertensão, recomendando uma dieta saudável rica em especiarias em vez de sal para combater este problema. Muitas das especiarias aqui referidas podem ser encontradas na quinta do CAIC.

Apresentação

11 de maio de 2011

Novidades no fundo documental da BE CAIC

A BE CAIC conta agora com os seguintes títulos...
1 Km de Cada Vez - CADILHE, Gonçalo
A Espada do Rei Afonso - VIEIRA, Alice
Segundo Livro de Crónicas - ANTUNES, António Lobo

Terceiro Livro de Crónicas - ANTUNES, António Lobo

Mais Além do Evareste - GARCIA, João

Beatriz e Virgílio - MARTEL, Yann

Um Almoço Nunca é de Graça - LODGE, David
A Arte de Amar - FROMM, Erich
O Cão dos Baskervilles - DOYLE, Arthur Conan
Contos Outra Vez - GOMES, Luísa Costa
Proibido - SANTOS, António Costa
O Que Diz Molero - MACHADO, Dinis
Contos - FERREIRA, Virgílio
Aula de Poesia - PITTA, Eduardo
O Monte dos Vendavais - BRONTË, Emily
Três Fábulas - MAGALHÃES, Ana Maria / ALÇADA, Isabel
Poesia Completa - ESPANCA, Florbela
O Grito da Gaivota - LABORIT, Emmanuelle

Feira do Livro Usado (9 a 20 de Maio)

Se ainda não visitaste a Feira do Livro Usado na BE CAIC, poderás fazê-lo no decorrer da próxima semana (15 a 20 de Maio). Não percas a oportunidade de comprar livros usados em bom estado e cassetes de VHS a preços muito acessíveis. Ao adquirires livros, estarás a contribuir para a renovação do fundo documental da nossa biblioteca ao mesmo tempo que desfrutarás do prazer da leitura a custo reduzido. Visita a feira do livro usado!

CAIC na Feira do Livro de Coimbra

As escolas do concelho de Coimbra integradas no Programa Rede de Bibliotecas Escolares participarão no Programa da Feira do Livro de Coimbra com um conjunto de actividades que pretendem enriquecer este evento cultural, a decorrer de 13 a 22 de Maio, no Parque Verde. O CAIC far-se-á representar com a dramatização da obra O Rapaz de Bronze pelo 6ºB, no dia 19 de Maio, às 15.00 e com a declamação das quadras da autoria dos alunos participantes da Fase Distrital do CNL, no dia 20 de Maio, sexta-feira, pelas 15.00 h. Neste mesmo dia, far-se-á a entrega dos prémios aos vencedores do concurso Há Poesia na Escola?. Visita a feira do livro e apoia o CAIC.

10 de maio de 2011

Teatro "História não tão real do Foral de Coimbra _ Versão Pirata"

Convite:
Assista, na próxima 6.ª feira, 13 de Maio, no Teatro da Cerca de S. Bernardo, pelas 21.30h, à peça: "História não tão real do real do Foral de Coimbra - versão pirata" pelas Escolas Secundárias Avelar Brotero e José Falcão.
A entrada é gratuita!

9 de maio de 2011

Feira do Livro Usado (9 a 13 de Maio)

Já começou a feira do livro usado no CAIC. No decorrer desta semana, na Biblioteca, poderás comprar livros usados em bom estado por preços simbólicos. A verba destina-se à renovação do fundo documental da BE CAIC.

De livro fechado, não sai letrado.




6 de maio de 2011

QUIZ do CRISTIANISMO (Grande Final Nacional)

SuperTmatik (Campeonatos Escolares 2010/2011)
Grande Final do Quiz do Cristianismo na Biblioteca Escolar CAIC no dia 19 de Maio, 5ª feira,  pelas 13.00. Aparece!

Exposições itinerantes da BMC no CAIC

Exposição Maio de 68:


Exposição José Saramago:

5 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO (PROGRAMA DAS ACTIVIDADES DAS ESCOLAS DA REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES DE COIMBRA)

6ª feira – 13 de Maio – 15.00 - Inauguração oficial da Feira do Livro no Parque verde
  • Apontamento musical (a abrir a feira) pela Escola Artística de Música do Conservatório de Coimbra
  • Exposição de trabalhos iconográficos dos alunos das escolas da Rede de Bibliotecas de Coimbra sob a temática “Um foral (para Coimbra), para o séc.. 21”
  • + Encontros…com João Manuel Ribeiro, autor de literatura infanto/juvenil
  • Poemas do autor convidado musicados– Instituto de Souselas
  • Declamação de poemas do autor convidado, 5ºA da EB2,3 Poeta Manuel da Silva Gaio
  • Apresentação da peça de Teatro “ História não tão real de um foral para Coimbra - versão pirata”, pelo Grupo de Teatro das Escolas Secundárias Avelar Brotero e José Falcão no Teatro da Cerca de S. Bernardo às 21.30h
2ª feira – 16 de Maio – 15.00/17.30h
  • “Dar poesia a Coimbra” pela EB2,3 Drª Maria Alice Gouveia, Escola a Ler+
  • Quermesse de poesia, EB2,3 Drª Maria Alice Gouveia
  • “Histórias  na feira” pela contadora Filomena Pedroso da ES José Falcão

3ª feira – 17 de Maio - 15.00/17.30h
  • “Dar Poesia à Feira” pela ESc/3º ciclo D. Dinis
  • Leitura Dramatizada e Rap, EB2,3 Rainha Santa Isabel

4ª feira – 18 de Maio - 15.00/17.30h
  • Equipa Escolíadas 2011 / Clube de Teatro KA-OS apresenta exercício dramático “Sobe o escadote, não é?” , pela ESc/3ºciclo D. Dinis
  • Momento musical , Esc/3ºciclo D. Dinis


5ª feira – 19 de Maio 15.00/17.30h
  • Dramatização do texto “O Rapaz de Bronze” pelo CAIC (Colégio da Imaculada Conceição de Cernache) 6º B
  • Dramatização do “Auto da Barca do Inferno” , versão adaptada, 5º B da  EB2,3 Martim de Freitas
  • “Hora da dança” – 9º A e 9º F da EB 2,3 Martim de Freitas
  • Canções e dramatizações , EB1 de Eiras/Agrup. da Pedrulha
  • Apresentação/impressão de trabalho sobre “ O Rapaz de bronze”, EB2,3 Drª Maria Alice Gouveia


6ª feira – 20 de Maio - 15.00/17.30h
  • A LER + NA FEIRA com entrega de prémios e certificados  aos vencedores do concurso “Há poesia na escola ?” 
  • Declamação das poesias vencedoras do concurso pelo Dr José Franco
  • Momento musical pela Escola Artística de música do Conservatório de Coimbra
  • Leituras de quadras pelos alunos participantes na 2ª fase do CNL.

Feira do Livro de Coimbra

Para acederes ao programa de participação da Rede de Bibliotecas Escolares de Coimbra na Feira do Livro clica aqui:

Novo livro de Alice Vieira: O Livro da Avó Alice

Vê a entrevista de Alice Vieira no Público:

Casa da Escrita ("Manucure" de Mário de Sá-Carneiro)


Continuando a desenvolver o nosso projecto de diversificado encontro com a presença da escrita na vida actual, vamos ter o privilégio de receber no próximo sábado, dia 07 de Maio, pelas 16h00, a apresentação da tradução para russo do poema Manucure de Mário de Sá Carneiro, por Maria Mazniak.

Maria Mazniak é professora de português na Universidade Estatal de São Petersburgo e foi a responsável pela tradução e publicação em 2010 na Rússia, em edição bilingue, do poema "Manucure" de Mário de Sá-Carneiro. 

Nesta edição, “o poema é ilustrado por 44 reproduções de quadros de Amadeo de Souza-Cardoso, seleccionados pela tradutora para representar visualmente as ideias e sensações dos vários "fragmentos" que constituem o poema, de tal forma que quase temos a sensação de que poeta e pintor trabalharam em conjunto, quando, na verdade, os uniu o olhar perspicaz e sensível de Maria Mazniak”.

4 de maio de 2011

Casa da Escrita - obras de João Araújo Correia

“O Douro e os seus escritores” é o tema genérico do ciclo de TERTÚLIAS que decorrerão na Casa da Escrita e que têm como objectivo apreciar as mundividências dos escritores João Araújo Correia, Miguel Torga e Aquilino Ribeiro, em cujas obras o Douro seja o principal protagonista.
5 de MAIO, quinta-feira
Obras seleccionadas de João Araújo Correia:
“Montes Pintados” e os contos “Insónia”, “Feitiço”, “Amigo do Povo”.
Moderador: Seabra Pereira – Curador da Casa da Escrita

27 de MAIO, sexta-feira
Obra seleccionada de Miguel Torga: “A Vindima”
Moderadora: Dora Caeiro – professora de Cultura Portuguesa da APOSENIOR.

9 de JUNHO, quinta-feira
Obra seleccionada de Aquilino Ribeiro: “Andam Faunos pelos Bosques”
Moderadora: Leonor Castro Nunes – professora de Literatura Portuguesa da APOSENIOR.

"Desligar e voltar a ligar"

Reiniciar o sistema…
Há quem faça uma cena, quem seja fiteiro, quem se arme em vítima, quem pense que é o super-homem e até quem peça para sair deste filme. Quando a ficção se torna mais real que o real, o melhor parece ser reiniciar o sistema.
Os alunos das Classes de Teatro d’O Teatrão apresentam mais um espetáculo integrado no projeto PANOS, da Culturgest. De 3 a 7 e 28 de Maio, na OMT.

SINOPSE
Alice é uma rapariga que se esforça. Quer levar as alternativas do mundo às suas últimas consequências. Namora com Fred, um Rastafari que, por sua vez, se esforça por apreciar miúdas com pêlos. Já Allan que, se calhar, veio da guerra de África, interessa-se pela evolução de Alice enquanto ele próprio se transforma em jaguar. Entretanto, Mike Tyson, o pugilista que já não bate, mas investe, envia uma estagiária para convencer Alice e os amigos a participarem no seu plano de generosa acumulação do mundo. Na mira de Mike está também Cleópatra, a galinha que põe ovos transparentes, vazios, não comestíveis onde, por vezes, surgem cores e onde, geralmente, não aparece nada. O seu último ovo, porém, tem uma capacidade infinita de armazenamento. Mike entusiasma-se com a hipótese de guardar nele toda a informação do mundo, ao passo que Zipo, o hacker, será seduzido por Alice para o seu radical apagamento.

Poemário online

No mês de MAIO, as escolas de Coimbra e, em geral, os visitantes do calendário poético online “A Poesia dos Dias” continuarão a desfrutar do prazer de LER + POESIA acedendo a um conjunto de poemas organizados pela Escola Secundária Infanta D. Maria.

Novidades no fundo documental (gramáticas/livros de apoio à prática lectiva)

A Biblioteca Escolar CAIC integrou no fundo documental as seguintes gramáticas /livros de apoio à prática lectiva:
Gramática Essencial de Espanhol - RODRÍGUEZ, Teresita
Gramática da Língua Portuguesa 5º/6º anos - LOPES, Maria do Céu Vieira
Gramática Prática de Inglês/Grammar Zone - ALMEIDA, Teresa Pinto

Gramática pedagógica e cultural da Língua Portuguesa 3º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário - GOMES, Álvaro

Gramática prática del Espanhol – nível básico - HERRERO, Maria Antonieta Andión

Gramática prática del Espanhol – nível intermédio - HERRERO, Maria Antonieta Andión

En Gramática ejercicios de español-nível elementar A1/A2 -  MORENO, Concha

En Gramática ejercicios de español-nivél médio B1 - MORENO, Concha

My English Pratice Grammar1 5ºAno - GONÇALVES, Maria Emília
My English Pratice Grammar2 6ºANO - GONÇALVES, Maria Emília
Grammar Spectrum for Portuguese Students - COE, Norman
English Visual Grammar, 2º Ciclo - DUARTE, Maria José

Brush up your grammar 10º, 11º, 12º anos/Profissional - SOTTOMAYOR, Maria Manuela
Brush up your grammar, 7º, 8º, 9º anos/Profissional - SOTTOMAYOR, Maria Manuela
Desventuras do Testas (Ordem para Estudar) - ROSÁRIO, Pedro Sales Luís
Desventuras do Testas (Estudar o Estudar) - ROSÁRIO, Pedro Sales Luís
Dislexia, Cadernos de Reeducação Pedagógica - SERRA, Helena
Banco de Recursos para as aulas de substituição - ALVES, José Matias



Encontro com a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez (4 de Maio)

A Biblioteca CAIC recebeu hoje uma ilustre convidada: a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. A autora de “Lua de Joana”, “Recados da Mãe”, “Voa Comigo”, entre tantas outras obras, partilhou com os alunos do 7.º ano a sua vivência enquanto escritora, respondendo às inúmeras questões colocadas pelos alunos. Para além da esperada sessão de autógrafos, a turma B do 7º ano recebeu a escritora com um momento de dramatização das obras estudadas. O encontro ficou marcado pela simpatia da escritora e pela atenção dos alunos, que a receberam de forma ordeira e entusiasta.


Foi com enorme entusiasmo que no passado dia 4 de Maio contámos com a visita especial de um dos nomes mais conhecidos dos mais jovens a nível de escrita, a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. Foi entre sorrisos e aplausos que recebemos a nossa convidada que aceitou estar connosco (turmas do 7º ano), para um bocado muito bem passado. Em traços gerais correu tudo muitíssimo bem, atrevo-me até a dizer que ela gostou bastante de nos visitar. Simpática e muito sorridente, mostrou-se sempre pronta a responder a todas as questões que tínhamos acerca dela e das suas obras. Além disso pudemos mimá-la com alguns “presentinhos” que tínhamos preparados para este dia. Enfim, foi muito divertido e cativante. Um momento de aprendizagem, esclarecimento de algumas dúvidas, divertimento, boa-disposição, atenção e muita simpatia, sempre com a colaboração da nossa escritora convidada, que se revelou uma pessoa ainda mais fantástica do que julgávamos ser.

Ana Filipa Batista 7ºA

1 de maio de 2011

Ana Inês Amado vencedora do Concurso Espírito da Quinta da Paulinas Editora

Visita o blog do Concurso Espírito da Quinta da Paulinas Editora e vê o trabalho da Ana Inês Amado, nº74 do 6ºB, que recebeu uma menção honrosa.

http://espiritodaquinta.blogspot.com/

Dia do Trabalhador (1 de Maio)

SONETO DO TRABALHO

Das prensas dos martelos das bigornas
das foices dos arados das charruas
das alfaias dos cascos e das dornas
é que nasce a canção que anda nas ruas.

Um povo não é livre em águas mornas
não se abre a liberdade com gazuas
à força do teu braço é que transformas
as fábricas e as terras que são tuas.

Abre os olhos e vê. Sê vigilante
a reacção não passará diante
do teu punho fechado contra o medo.

Levanta-te meu Povo. Não é tarde.
Agora é que o mar canta é que o sol arde
pois quando o povo acorda é sempre cedo.


José Carlos Ary dos Santos (1937-1984), in O Sangue das Palavras

in Site Júnior

Todos os anos, no dia 1 de Maio, comemora-se, em todo o mundo, o Dia do Trabalhador.




  • As origens do Dia do Trabalhador não são muito recentes. A história deste dia começa no séc. XIX.



  • Nessa época, abusava-se muito dos trabalhadores, porque chegavam a trabalhar entre 12 e 18 horas por dia, o que era muito cansativo e até prejudicial à saúde!


  • Já há algum tempo que os reformadores sociais (aqueles que propunham reformas, ou seja, mudanças na sociedade) defendiam que o ideal era dividir o dia em três períodos: 8 horas para trabalhar, 8 horas para dormir e 8 horas para o resto, o que incluía a diversão.




  • Foi com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diárias que, no dia 1 de Maio de 1886, milhares de trabalhadores de Chicago (EUA) se juntaram nas ruas para protestar contra as suas más condições de trabalho.




  • A manifestação devia ter sido pacífica, mas as forças policiais tentaram pará-la, o que resultou em feridos e mortos.




  • Este acontecimento ficou conhecido como "os Mártires de Chicago", por causa das pessoas que foram feridas e mortas só por estarem a lutar pelos seus direitos.




  • Quatro dias depois, houve uma nova manifestação pela redução do horário de trabalho e melhores condições.




  • Mais uma vez, a polícia virou-se contra os manifestantes e acabou por prender 8 pessoas, 5 das quais foram condenadas à forca!




  • Como o povo estava cada vez mais revoltado, estas condenações só serviram para "deitar mais achas na fogueira" e despertar a atenção de todo o mundo.




  • Em 1888, dois anos depois destes acontecimentos, os presos foram libertados por um júri que reconheceu que os trabalhadores estavam inocentes






  • Em 1889, o Congresso Internacional em Paris decidiu que o dia 1 de Maio passaria a ser o Dia do Trabalhador, em homenagem aos "mártires de Chicago".




  • Só em 1890, os trabalhadores americanos conseguiram alcançar a sua meta das 8 horas de trabalho diárias!




  • Em Portugal, devido ao facto de ter havido uma ditadura durante muito tempo, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se passou a comemorar publicamente o Primeiro de Maio.




  • Sabias que só a partir de Maio de 1996 é que os trabalhadores portugueses passaram a trabalhar 8 horas por dia?



  • Escritora do mês de Maio (Maria Teresa Maia Gonzalez)


    O mês de Maio é o mês da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. A autora visitará o CAIC na próxima quarta-feira, dia 4 de Maio. Não percas a oportunidade de conhecer a autora de "Lua de Joana", "Voa Comigo", "Recados da Mãe", entre outros.

    Clica aqui para saberes mais sobre a sua obra:


     Maria Teresa Maia Gonzalez:

    Nasceu em Coimbra, em 1958. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Variante de Estudos Franceses e Ingleses – pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora de Português, Inglês e Francês, no ensino particular e público, entre 1982 e 1997, em Alverca do Ribatejo, Manique e Lisboa. Recebeu o Prémio Verbo-Semanário, juntamente com M.ª do Rosário Pedreira, pelo livro O Clube das Chaves entra em Acção, em 1989. Da sua obra constam sobretudo romances juvenis, sendo também da sua autoria histórias infantis, poesia, contos, ficção para adultos e uma colecção juvenil de peças de teatro. Do seu livro mais conhecido, A Lua de Joana (traduzido para 5 línguas), foi feita uma adaptação para teatro por Ana Lúcia Galinha, tendo sido levada à cena pelo grupo Artyaplausos, em Lisboa e noutras cidades do País. Da colecção «O Clube das Chaves», de que é co-autora, foi feita uma adaptação para uma séria televisiva com o mesmo título, exibida num canal de televisão nacional e num estrangeiro. Vários livros juvenis da sua autoria foram seleccionados para o concurso nacional «Olimpíadas da Leitura», entre eles, Gaspar & Mariana, A Fonte dos Segredos e O Guarda da Praia. Foram publicados alguns contos inéditos da sua autoria nas revistas: Cais, Barata, Família Cristã. Presentemente, colabora mensalmente, com um artigo, na revista Família Cristã. O seu conto «Mãe Aparecida» foi publicado no livro Nossa Senhora na História de Portugal, editado pela Editora Lucerna. Visita regularmente bibliotecas e escolas em todo o País, onde as suas obras são usadas com objectivos pedagógicos, nos vários níveis de ensino. Cerca de 70 títulos desta autora constam actualmente do Plano Nacional de Leitura.

    Feliz Dia da Mãe!

    As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
    Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
    À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
    Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
    A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
    Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
    Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
    A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
    Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
    Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
    E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
    Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.

    in http://mulher.sapo.pt/XtA0/432333.html